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Urandir coordena expedição ao México em estudos da Civilização Maia

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A Terceira expedição Zigurats liderada por Urandir conheceu as ruínas maias na penísula mexicana de Yucatan e traçou paralelo com as amazonas




A Expedição Brasil – Equipe Zigurats realizou sua terceira atividade no período de 15 a 21 de janeiro de 2010 na Península de Yucatan, Estado de Quintana Roo, no México, visitando as ruínas da civilização maia nas localidades de Chichén-Itzá, Tulum e Cobá. Participaram da terceira expedição 87 pesquisadores do Projeto Portal, entre elas seis da França, entre médicos, advogados, professores, geólogos, estudantes, ufólogos, empresários, etc.

Com o slogan “Revelando o passado para entender o futuro”, a terceira Expedição Brasil, a exemplo das duas realizadas à Amazônia em 2005, os trabalhos se focaram na pesquisa antropológica e arqueológica, desta vez estudando as civilizações pré-colombiana maia, tolteca e asteca e sua influência no momento atual vivenciado pela humanidade e sua ligação com o Brasil, principalmente no que se refere à lenda das “amazonas” que, segundo consta, viveram muitos anos em terras brasileiras com objetivos bem diferentes do que consta da crença popular.



Urandir participou ativamente das pesquisas. Foram visitadas as ruínas maias de Chichén-Itzá, onde está a pirâmide de Ku-Kul-Kan (nome de um dos principais deuses maias, conhecido como “serpente emplumada”). Ku-Kul-Kan ou o templo das Amazonas (rainhas/sacerdotisas que dirigiam a civilização maia), representa o tempo, muito bem registrado em suas 18 plataformas, sendo 9 de cada lado da escada principal com o simbolismo da divisão do ano solar maia em 18 meses. A cada lado da escadaria principal há 26 baixos relevos, ou seja, 52 painéis por fachada que correspondem ao Ciclo Maia de 52 anos, uma parte do grande ciclo de 5.200 tuns (5.125 anos) entre os raios sincronizadores da galáxia central, período este que se encerra no equinócio de dezembro de 2012, para dar início a outro período de civilização.

Em Chichén-Itzá também foi visto “El Caracol”, um observatório construído há mil anos com a cúpula arrendondada idêntica aos atuais. A torre de El Caracol se assenta acima de quatro espirais, permitindo excelente visão do céu e da paisagem ao redor. Suas fendas ou “janelas” permitem a observação de Vênus, bem como o equinócio do por do sol. Os maias desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos com uma exatidão admirável. El Caracol foi cuidadosamente alinhado com os movimentos de Vênus.

A segunda visita foi a Tulum na Riviera Maia, também localizada na província de Quintana Roo, perto de Chichén-Itzá, com ruínas arqueológicas que são uma das mais importantes da região. Tulum tem na sua praia de areia branca e nos seus cenotes (poços naturais) como o de Angelica, o seu maravilhoso ambiente natural e seu principal patrimônio. A fundação desta cidade parece remontar ao ano 564 de acordo com algumas inscrições encontradas. No século XV chegaram os espanhóis e no século XVI ficou totalmente desabitada. Ali se encontra o farol que orientava a chegada dos navios maias por intermédio de um jogo de luz natural. Esta cidade era designada pelos maias pelo nome de Zamá, que significa cidade da aurora. Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se entende facilmente pois a cidade encontra-se rodeada de espessa muralha protetora. Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado.

A terceira parte da Expedição Brasil – Equipe Zigurats foi às ruínas da cidade da cidade de Cobá, que teve seu apogeu em torno do ano 650. A população de Cobá se utilizava do porto de Tulum para as trocas de mercadorias efetuadas na região. Cobá é uma grande cidade pré-colombiana em ruínas da civilização maia, localizada no Estado de Quintana Roo, Península de Iucatã no México. A maior parte da cidade foi construída em meados do período clássico da civilização maia, entre os anos de 500 e 900 da nossa era. Após 1000, a cidade perdeu importância política, ainda que pareça ter conservado a sua importância simbólica e ritual, que lhe permitiu recuperar certa hierarquia entre 1200 e 1500, quando se construíram diversos edifícios já dentro do estilo “costa oriental”.

Cobá tem como principal monumento a pirâmide de Nohoch Mul ou o “Castillo”, com 42 metros de altura. Possui um observatório astronómico, um campo de jogos para o denominado jogo da bola e uma pirâmide pequena logo na entrada da zona arqueológica.

Nesta localidade, situada dentro de um parque nacional, também foram pesquisadas diferentes estelas, localizadas em diferentes pontos, que corroboram a presença das rainhas (amazonas/sacerdotisas) governantes da civilização maia, que anos mais tarde misturou-se com os toltecas e astecas, sendo que a maior parte de sua população simplesmente desapareceu, deixando no ar um mistério sobre este desaparecimento, que está sendo estudado pela Expedição Brasil – Equipe Zigurats.

"A expedição foi um sucesso, conseguimos atingir nossos objetivos e esperamos voltar em breve para concluir nossas pesquisas. Novas expedições estão sendo planejadas para breve." afirma Urandir após sua volta ao Brasil

Os Ets de Urandir : ISTOÉ On line - 1583

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Mais um exemplo de ataque à pessoa de Urandir Fernandes de Oliveira por parte de publicações é a mostrada a seguir, pela revista Istoé On Line edição 1583. A reportagem foi recheada com informações distorcidas provenientes dos ufólogos Claudeir Covo e Ademar Gevaerd. Salienta-se que Gevaerd também é o editor da Revista UFO, uma das publicações que mais insistentemente ataca Urandir. Resta a pergunta: Porquê essas pessoas e grupos tentam difamar Urandir ? o que eles ganham com isso ? Será que tem alguém por trás deles ?
Postaremos brevemente documentos que comprovam que essas pessoas que atacam Urandir não tem nenhum fundamento em suas acusações.


Reportagem de Istoé On Line edição 1583 na íntegra abaixo

Os Ets de Urandir

Guru alardeia receber dons extraterrestres, atrai multidões mas também a fúria dos ufologistas
Urandir Fernandes de Oliveira é um fenômeno. Desde os 13 anos ele tem contato com seres extraterrestres, especialmente com os do planeta Vênus. São figuras com 20% de matéria e 80% de energia, que se locomovem em naves douradas. Deles, Urandir recebeu diversos dons, a começar pelo da cura. Recebeu também a missão de preparar a humanidade para acompanhar mudanças na Terra, que está evoluindo da terceira para a quarta dimensão, seja lá o que isso signifique. Urandir tem ainda acesso aos arquivos cósmicos dos humanos. Numa caverna de sua fazenda, o Projeto Portal, no município de Corguinho (MS), seres intraterrenos guardam estes arquivos há mais de seis mil anos. Mas os registros só podiam ser acessados até 25 de março de 1999. Quem perdeu o prazo, pode se candidatar a uma vaga nas naves espaciais que serão mandadas, em ocasião oportuna, por um misterioso Conselho Cósmico.
Aos 36 anos, Urandir diz contabilizar 76 mil seguidores e poder convocar ETs com a mesma facilidade com que exibe luminescência nas mãos. Aliás, sobre sua fazenda naves espaciais costumam despejar pequenas réplicas de disco voador. Embora alardeie tantos poderes, Urandir não resiste, porém, a questionamentos. Para liberar a entrada ao Projeto Portal e ser entrevistado por ISTOÉ, ele colocou como condição não receber críticas. "Tem que ter documento assinado pela direção da revista, dando garantias", exigiu, revelando total desconhecimento sobre ética. "Só especializados entendem meu trabalho." Há mais de 20 anos dedicando-se à ufologia, o presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores, Ademar José Gevaerd, garante que o dono do Portal não é ufólogo nem contatado por ETs. "Urandir é, na verdade, um caso de polícia. Engana as pessoas à custa de truques grosseiros, como espalhar seus homens pelo mato, à noite, com faróis de milha. Quando ele supostamente chama os discos voadores, os focos de luz aparecem e as pessoas ficam embasbacadas", conta Gevaerd, reproduzindo o mecanismo.
Satanás
Diante de um grupo de 500 pessoas, Gevaerd tentou há dois anos demonstrar que uma das luzes exibidas por Urandir era um simples facho de caneta a laser, similar ao modelo que ele próprio levou à fazenda. "A multidão ficou enfurecida. Eu e meus amigos saímos de lá apedrejados, xingados de Satanás", lembra. Assim que soube da existência de Urandir, a aeromoça aposentada Julieta de Paraíso, que mora em São Paulo, integrou outro grupo de 500 visitantes ao Portal. Lá, notou uma forte resistência dos seus companheiros de viagem em comentar detalhes como o sumiço de empregados durante os avistamentos das naves espaciais. "O fanatismo é tão forte que temo que aconteça uma tragédia como a dos Heaven's Gate", diz Julieta, referindo-se ao suicídio coletivo ocorrido há dois anos, em San Diego, na Califórnia, por 39 pessoas que acreditavam estar embarcando na cauda do cometa Hale-Bopp. "A região onde se localiza o Portal é, em si, mística. Urandir não precisava usar embustes para faturar."
Julieta ainda guarda uma pedrinha que Urandir garante ter retirado de sua testa como se estivesse extirpando um chip colocado por ETs. "Tudo é feito num cômodo escuro, no mesmo em que ele se apresenta com as mãos fosforecentes", diz. Não são poucos os que atestam que a luminosidade é resultado de produtos à base de fósforo. "É química pura. Urandir tem uma paranormalidade, consegue entortar moe-das e garfos. Mas usa truques de todo tipo", declara Rubem Índio Godoy. Conhecido como Índio, no final de 1994, ele largou o emprego público, na Fundação Nacional de Saúde, para atuar como braço direito de Urandir na implantação do projeto, do qual se desligou quatro anos depois. "Não somos inimigos, mas não voltaria a trabalhar para ele. Essa história de cura é piada. Toda vez que seus filhos adoecem, ele corre para o médico", relata.
Lotes
As pedras que Urandir apresenta como enviadas por extraterrestres são comuns nas imediações da serra de Maracaju, cujo morro mais visível é o de São Sebastião, vizinho ao Portal. "Embora tenham formato bastante exótico, essas pedras têm uma origem geológica natural. São rochas de arenito com alto grau de ferro", afirma o arqueólogo Gilson Martins, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Moradora de uma colônia da região, Olgarinda Caetano da Silva ganha a vida vendendo pedrinhas para turistas. "Antes, catava para o Urandir, que comprava baratinho. Todo mundo catava. De uns tempos para cá, ele parou de comprar", esclarece Olgarinda.
As rochas, que de fato lembram o formato de um disco voador, estão espalhadas por todo o País. São levadas por pessoas que, após passarem por cursos preparatórios, acodem ao Portal. Esses visitantes são arregimentados por seguidores de Urandir, que hoje mantém núcleos do seu projeto em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Jaraguá do Sul (SC), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Vitória (ES) e Natal (RN). "Tudo tem preço. Quando usa seus truques, Urandir só pensa em arrancar dinheiro das pessoas", afirma a secretária Elaine Sabaliauskas, ex-namorada do guru. "Agora ele está loteando uma área rural e vendendo terrenos de 800 metros quadrados, mas os compradores não viram nem a cor da escritura. Como ele está sempre cercado por seus homens, não dá para questionar. A reação dele a qualquer sinal de desconfiança é ameaça em cima de ameaça", acusa Elaine.
Irritada com a falta de infra-estrutura no Projeto Portal, a psicóloga Maria Inês Ribeiro Bueno pretendia registrar queixa contra Urandir no Juizado de Pequenas Causas, em São Paulo, onde havia comprado o pacote de quatro dias, por R$ 350. Não conseguiu, porém, nenhum comprovante de pagamento. "Eu, que já tenho problemas de saúde, voltei pior do que fui, pois dormi no chão e comi mal. Não tinha nem água para tomar banho", reclama Maria Inês. Aos que criticam as condições de alojamento, Urandir explica que as dificuldades fazem parte do processo para se chegar à luz, como relata o advogado Cid Carvalho, do Rio de Janeiro. No final de 1994, ele procurou Urandir na esperança de curar os problemas psíquicos de uma filha, hoje com 39 anos. Na ocasião, o advogado também se submetia a um tratamento contra um câncer na panturrilha. "Urandir coloca uma nuvem nos olhos da pessoa. Eu me curei porque fiz 60 sessões de quimioterapia, mas acabei fazendo uma série de depoimentos como se ele tivesse me salvado. Minha filha continua com os mesmos problemas", afirma Carvalho.
Garimpo
Uma das maiores preocupações do advogado é que ele indicou 320 pessoas para o Projeto Portal. "Meu prejuízo foi financeiro e moral. Perdi muito dinheiro com o Urandir, mas o pior é que meus testemunhos influenciaram muitas pessoas", diz. Um dos primeiros a perceber os recursos ocultos de Urandir, Gevaerd, que edita a revista UFO, acredita que Urandir está construindo uma fortuna graças à boa-fé de seus adeptos. "Estimo que seu patrimônio seja de R$ 10 milhões", afirma. "O problema é que até a trajetória de vida que conta foi copiada de outra pessoa."
Quando Urandir chegou à região, vindo do interior paulista, procurou Lúcio Barbosa, dono do Sítio Anjos de Luz, também em Corguinho. "Ele acampou na minha casa por mais de um ano. Era um pouco paranormal, entortava umas coisas. Fez um garimpo na minha propriedade, mas não extraiu nada. Aos poucos, contei que tinha contato com extraterrestres, que a região era mística. Ele teve a idéia de usar as luzes. Me afastei, pois meu trabalho não envolve dinheiro", ressalta Barbosa. Entre os ufólogos mais conhecidos do País, Urandir também não conta com boa reputação. "Ele achincalha com a ufologia brasileira", reclama Claudeir Covo, presidente do Instituto Nacional de Investigações de Fenômenos Aeroespaciais

Prisão de Urandir ainda gera Polêmica - Provas da inocência de Urandir

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Provas comprovam inocência de Urandir. Apresentamos aqui provas que mostram a inocência de Urandir Fernandes de Oliveira, quanto a sua prisão em Porto Alegre. Para quem não sabe Urandir sofre uma ofensiva perseguição por parte de uma linha ufológica brasileira, os quais não medem esforços para descredibilizar Urandir. Um dos pontos que mais se prendem nessa perseguição são acusações indevidas de vendas irregulares de terrenos em fazenda de sua propriedade no Mato Grosso do Sul. Abaixo, documento expedido pelo Ministério Público do RS em 11 de setembro de 2000, emitido 2 dias após a injusta detenção de Urandir no ano de 2000, comprovando que nada tinha de ilegal na atividade de Urandir. Mesmo com isso, ufólogos brasileiros ainda fizeram e fazem posteriores e insistentes acusações contra Urandir, utilizando-se desse fato sem mostrar as provas concretas que aqui trazemos.


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Abaixo mostramos um exemplo de ofensiva tentando descredibilizar Urandir pelo meio ufológico, com trecho retirado do site nasaclubebrasil, que mostra o relatório alfa numa enquete interna mais uma vez citando o fato ocorrido em Porto Alegre, contribuindo em muito para o resultado final da enquete, como o próprio autor afirma. Eles Não medem esforços para denegrir a imagem de Urandir. Ou estão muito desinformados ou realmente querem tirar Urandir fora de seu meio. Que credibilidade tem uma enquete que se usa de fatos manipulados, não comprovados e que expõe somente meia verdade?

----- texto original retirado de nasaclubebrasil ------


R E L A T Ó R I O
A L F A
Descubra o que não querem que você saiba

CASOS FORJADOS DA UFOLOGIA

POR MEIO DE UMA ENQUETE FEITA AOS PRINCIPAIS UFÓLOGOS
BRASILEIROS, WALLACY ALBINO DO GEUBS TRAÇA UM PERFIL DAS
POSIÇÕES DOS PRÓPRIOS UFÓLOGOS.
Casos sem nenhuma credibilidade:
Urandir vence todos

Vamos começar com um problema bem conhecido de todos.

Dos oitenta casos analisados pela comunidade ufológica, o
suposto contatado Urandir Fernandes de Oliveira (UFO) foi
o que teve o menor índice de aprovação, sendo considerado
o 'caso' de menor credibilidade na ufologia moderna.

Urandir Fernandes de Oliveira - Resulltado Final 0,07
Suposto contatado e paranormal fundador do Projeto Portal

Até onde pudemos avaliar a prisão de Urandir, em Porto
Alegre, e as inúmeras acusações de venda irregular de
terrenos contribuíram em muito para o resultado final.

Some-se a isso o fato de Urandir ter, há muito tempo,
problemas com os ufólogos e com a mídia.

------ fim do trecho ------