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A verdadeira História sobre a prisão de Urandir

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Esse foi o título da reportagem publicada no Jornal Zero Hora do dia 27 de março do ano 2000. Urandir Fernandes de Oliveira foi alvo de uma armação que o deixou realmente sob custódia da polícia até que o fato pudesse ser apurado. Ocorreu uma investigação policial onde foi comprovada a inocência de Urandir e o mesmo foi liberado 2 dias depois. O caso não chegou nem a ser enviado para a alçada judicial frente as provas ímpares reunidas a favor de Urandir. Muitos se aproveitaram do caso para o atacar e difamar, mesmo sabendo que tudo não passou de um grande golpe. Um exemplo foi a Revista UFO que publicou diversas páginas com a verdade distorcida. Mesmo com vários processos em anos seguintes perdidos na justiça a Revista UFO não publicou posteriormente os documentos comprovando a inocência de Urandir mantendo assim a imagem negativa dele. Abaixo publicamos o texto na íntegra da reportagem do Jornal Zero Hora, que a saber também não fez menção em suas publicações do desfecho do caso. É lamentável a atitude desses órgãos de imprensa. Vamos nós aqui mostar a verdade.

Aqui as provas da inocência de Urandir. link para os documentos do Ministério Público.



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Abaixo, Trecho original da reportagem difamatória

---------- inicio do trecho da reportagem difamatória -------

Segunda, 27 de março de 2000, 10h50min
O paulista Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido como UFO, será indiciado por estelionato e falsidade ideológica. Ele foi preso neste domingo em Porto Alegre, acusado da venda ilegal de terrenos na cidade de Corguinho, em Mato Grosso do Sul, onde tinha planos de erguer uma cidade para receber extraterrestes. Urandir está preso em uma cela da 17º delegacia de Polícia Civil da capital gaúcha.
Três horas e meia depois de ter sido preso pela polícia, Oliveira conversou com o jornal Zero Hora no gabinete do delegado Jorge Mafra, da 17ª DP. Confirmou a venda dos terrenos na Cidade dos ETs, e garante que o projeto é sério e que vem agindo de forma legal. Confira os principais trechos da entrevista:
Zero Hora – O senhor admite as acusações?
Urandir Fernandes de Oliveira – Não estou preocupado com isso. Tudo o que estou fazendo é legal. Não prometo cura para ninguém, apenas ensino auto-ajuda e manipulação da mente.
ZH – O que é o Projeto Portal?
Oliveira – Um lugar onde as pessoas têm experiências parapsicológicas, ecológicas e ufológicas. São 490 hectares, e a minha intenção é comprar 1,5 mil para formar uma comunidade onde vou criar gado e peixes. Os associados pagaram R$ 1,4 mil por isso. Represento o projeto, sou o presidente.
ZH – Só quem paga pode fazer parte do projeto?
Oliveira – Quem não tivesse condições de comprar as cotas receberia doação. Até os desempregados viveriam lá.
ZH – O que tem na área?
Oliveira – Ainda não tem nada, estamos arrecadando dinheiro.
ZH – De quem o senhor comprou as terras?
Oliveira – As terras estão no nome de Zeferino Bingolin, morador de Campo Grande. Eu tenho o contrato de compra e venda e falta só quitar a última parcela para que eu tenha a escritura. Os participantes sabem que foi feito assim. Um topógrafo está fazendo a medição da terra e agora nós estamos providenciando também a liberação do Ibama. O projeto tem firma reconhecida há seis meses em Campo Grande.
ZH – O senhor conhece o autor da denúncia?
Oliveira – Conheci há oito meses. Ele assistia meus seminários e influenciou pessoas contra mim, mas elas não me procuraram. Ele disse que o meu contrato estava errado e fez outro. Acreditei na palavra dele porque precisava da parte burocrática, mas ele fez outra coisa e me denunciou.
ZH – Que bens o senhor tem?
Oliveira – Tenho uma Ranger, que pago financiamento, um terreno em São Paulo e uma veraneio para transportar visitantes. Tenho 81 cabeças de gado, que pertencem aos participantes.
ZH – O gado é seu?
Oliveira – É de todos. Quando for vendido, eles receberão.
ZH – Qual é a sua atividade?
Oliveira – Há quatro anos trabalho como autônomo, dando palestras. Trabalhava na construção civil e tenho uma gráfica inativa em Presidente Wenceslau (SP).
ZH – As pessoas que compraram cotas visitaram o projeto?
Oliveira – Algumas visitaram, tenho fotos e vídeos delas lá.
ZH – E pagavam pela viagem?
Oliveira – Pagam passagem e alimentação. A diária custa R$ 40 para visitantes e R$ 20 para sócios.
ZH – Quanto o senhor vendeu até hoje?
Oliveira – Foram vendidas cerca de 6 mil cotas dos 490 hectares. Cada pessoa comprava o tanto que quisesse.
ZH – Suas palestras são sobre o quê?
Oliveira – Sobre evolução mental, aprendizagem de manipulação de energia e autocontrole.
ZH – As pessoas pagam para assistir?
Oliveira – Cobro R$ 50, mas metade das pessoas não paga porque não pode. Trinta por cento do público paga R$ 10. Muito pouca gente paga o valor total.
ZH – As cotas são vendidas durante as palestras?
Oliveira – Sim, ontem (sábado) vendi duas a R$ 1,4 mil.
ZH – O senhor tem passagem pela polícia?
Oliveira – Não. Uma vez fui parar na delegacia por causa de uma briga da minha ex-mulher com outra, mas não houve nada.
ZH – Como o senhor explica a história das luzes nas mãos?
Oliveira – Sou paranormal desde pequeno. Entortava objetos, mas isso qualquer pessoa pode treinar e fazer. Só que aos 13 anos uma luz violeta me sugou para cima e duas pessoas colocaram um microchip no meu pescoço. Isso me ajudou na manipulação da energia.
ZH – Quem eram essas pessoas?
Oliveira – Eram extraterrestres. Eles são iguais a nós.

---------- fim do trecho da reportagem difamatória -------

GEVAERD E OFENSIVAS CONTRA URANDIR

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Será que ninguém ainda não percebeu que o Ufólogo sem contato Gevaerd é desprovido de imaginação. Já se vai mais de 4 anos que o Gevaerd repete a mesma estória sobre Urandir (é só verificar as revistas UFO de quatro anos para cá) até as pessoas que falam mal do Urandir são as mesmas neste período de tempo. Existe uma pessoa, o Sr. Márcio Uller, que está sendo processado por apropriação indébita e que já foi indiciado neste processo. O Sr. Márcio Uller, tem como companheiro neste processo, juntamente o Sr. Ademar José Gevaerd, o qual, para fugir de uma busca e apreensão policial na sede de sua revista UFO, compareceu à 1a Delegacia de Polícia de Campo Grande, MS, onde apresentou diversos objetos pertencentes ao Projeto Portal qúe se encontravam em seu poder chegado às suas mãos através do Sr. Márcio e subtraídos da sede do Projeto Portal. Esse Inquérito Policial está presentemente em andamento na fase judicial (Inquérito Policial n° 3.611/00).
Será que ninguém percebeu que Urandir é um nome cuja importância faz vender a revista UFO? Será que ninguém percebeu que o Gevaerd usa o Urandir na Revista UFO como "gancho", para ganhar dinheiro? Quantas pessoas neste país vivem de forma indevida da Ufologia? Alguém já perguntou ao Gevaerd como e porque meios ele consegue publicar uma revista mensal impressa em papel gráfico da mais alta qualidade, de custo elevado? Sabemos que o Urandir ajuda muito a vender sua rica revista. Além do Urandir quem será que custeia essa revista? O Gevaerd é que não é, pois, pelo que sabemos e é fácil de notar, a única atividade realmente profissional exercida pelo ufólogo sem contato é a compulsão por computadores, tendo em vista a infinidade de e-mails que manda para diversos endereços, na maioria das vezes atacando a sua "galinha de ovos de ouro", o Urandir. Conforme o palavreado que usa nos e-mails, ele na maioria das vezes deleta seu endereço para não ser identificado e atribui a outras pessoas quando pressionado, o envio de tais e-mails, como já o fez em processo crime contra ele instaurado em Campo Grande. É bom se ver
que, atualmente está enviando e-mails em inglês, distribuindo na rede internacional da Internet, contando a mesma história, sem imaginação, que entra na revista UFO há dez anos, com imagens impressas montadas.
É tão pequena a imaginação do Gevaerd, o ufólogo sem contato, que na edição da Revista UFO n° 73 em matéria referente de uma reunião de ufólogos em SanMarino, no 8o Simpósio Mundial sobre OVNIS dentre as personalidades ligadas ao evento encontrava-se a jornalista e escritora Linda Moulton Howe, dos EUA, cuja participação assim comenta a revista UFO: - "Um dos grandes momentos do Simpósio de San Marino foi a apresentação da jornalista norte-americana Linda Moulton Howe, ganhadora de inúmeros prémios por suas excelentes reportagens. Duas delas são famosas em todo o mundo e cobrem os controversos casos de mutilação de animais verificados principalmente nos EUA, etc."
A personalidade marcante da jornalista Linda Moulton Howe e seu renome internacional no meio ufológico, reconhecido pela Revista UFO do Sr. Gevaerd na edição mencionada veio abaixo na edição da mesma revista UFO n° 88, conforme a página 41. A consagrada jornalista norte-americana, segundo entendimento da revista, de célebre personalidade tornou-se uma mera e enxovalhada participante de um tal "Hall da vergonha Ufológica", que sem nenhum respaldo no meio da Ufologia colocou aquela jornalista naquele hall, segundo se entende, apenas porque Linda Moulton Howe, conhecendo o trabalho de Urandir, principalmente no Projeto Portal, resolveu difundi-lo nos EUA, onde em várias entrevistas na imprensa vem elogiando o trabalho, levando a efeito pelo Projeto Portal. A atitude da Revista UFO e de seu editor Gevaerd é bem próxima da falta de imaginação desse Sr. Ufólogo sem contato. Os internautas que acompanham as pegadas virtuais do Sr. Gevaerd, já notaram que agora, seus sofisticados e-mails, são enviados em inglês, onde atinge diretamente a jornalista Linda Moulton Howe apenas por ela ter dado credencial ao Urandir Fernandes e ao Projeto Portal.
O texto a seguir foi tirado de um processo de danos morais que tramita na Comarca de Campo Grande, MS, promovido pelo Urandir contra a Revista UFO e logicamente calcada nas inúmeras matérias saídas das difamações costumeiras do Sr. Gevaerd contra o ufólogo, cujo texto descreve com perfeição o precário jornalista:
"Gevaerd é dessas personalidades narcisistas que costumam jogar confete para o alto e correr para ficar embaixo, nota-se que ao referir à sua pessoa não poupa elogios a si mesmo, seu único mal foi ter consultado o seu espelho mágico e ter descoberto que havia uma pessoa mais bela do que ele, e assim, vem usando a Revista UFO como sua maçã mágica para adormecer o Paranormal Urandir Fernandes de Oliveira".
O Sr. Ademar Gevaerd é tão pretensioso ou com desvio de personalidade, que não se contenta em considerar-se numa grande autoridade nos assuntos da Ufologia, principalmente naqueles assuntos sensacionalistas que fazem da Revista UFO a única especializada em imprensa marrom da Ufologia, com publicações de matérias como experiências sexuais entre seres extraterrestres e seres humanos para estudos científicos, curiosos desaparecimentos de pessoas levadas por discos-voadores, raptos de seres humanos com fins libidinosos, mutilação de animais, etc. Ao ler tais matérias, o incauto leitor ficará aterrorizado com esses seres bárbaros, personagens que, detentores de alta tecnologia, oriunda de civilizações adiantadíssimas, agem de forma muito piorada da obscura Idade Média de nossa civilização."
Uma das estórias contada centena de vezes, pelo precário jornalista Gevaerd na sua imprensa marrom (revista, televisão e em seus nefastos e-mails) é sobre a prisão de Urandir na cidade de Porto Alegre, RS. Mais uma vez e pela última, é bom que se desminta essa versão apresentada pelo ufólogo sem contato: Urandir foi vítima de uma armadilha programada pelo Gevaerd em conjunto com um cidadão daquela cidade, com a participação da Rede Globo de Televisão, onde o precário jornalista goza de algumas amizades. Através deste cidadão foi oferecida uma queixa-crime contra Urandir. Prestadas as devidas declarações junto à autoridade policial, a queixa-crime foi enviada à Justiça de Porto Alegre onde se acusava Urandir de risíveis acusações. A armadilha, diabolicamente perpetuada contra Urandir teve o desfecho esperado, pois, na Justiça não se promove armadilhas e a queixa-crime, por manifestação do Ministério Público da capital gaúcha foi simplesmente arquivado por absoluta falta de provas, segundo sentença exercida naquela queixa-crime pelo Juiz da 10a Vara Criminal de Porto Alegre. Para quem quiser consultar o processo tem o n° 104208005 e foi arquivado em 11 -09-2000.
Neste inquérito policial assim manifestou-se o Ministério Público, através da Doutora e Promotora Lucilene Estrazulas Falcetta: "...Nd caso em tela, as supostas vítimas, em quase que na totalidade, com exceção de duas ou três testemunhas-vítimas, afirmam que não se arrependem dos atos praticados e do dinheiro pago para o Projeto Portal dizendo-se satisfeitos com o Projeto e que nada tem a reclamar. Da mesma forma, pelo contexto probatório do inquérito policial, não aprova induvidosa da existência de falsidade ideológica, formação de quadrilha e ilícito de loteamento irregular pois, o Projeto Portal ainda persiste, estando em funcionamento e com cada vez mais adeptos." Essa fracassada armadilha que já tem muitos anos continuou a ser repetida na Revista UFO com versão mentirosa e distorcida pelo precário jornalista Gevaerd, e também pelos seus melodramáticos e-mails, agora em versão bilíngue, português e inglês.