Urandir coordena expedição ao México em estudos da Civilização Maia

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A Terceira expedição Zigurats liderada por Urandir conheceu as ruínas maias na penísula mexicana de Yucatan e traçou paralelo com as amazonas




A Expedição Brasil – Equipe Zigurats realizou sua terceira atividade no período de 15 a 21 de janeiro de 2010 na Península de Yucatan, Estado de Quintana Roo, no México, visitando as ruínas da civilização maia nas localidades de Chichén-Itzá, Tulum e Cobá. Participaram da terceira expedição 87 pesquisadores do Projeto Portal, entre elas seis da França, entre médicos, advogados, professores, geólogos, estudantes, ufólogos, empresários, etc.

Com o slogan “Revelando o passado para entender o futuro”, a terceira Expedição Brasil, a exemplo das duas realizadas à Amazônia em 2005, os trabalhos se focaram na pesquisa antropológica e arqueológica, desta vez estudando as civilizações pré-colombiana maia, tolteca e asteca e sua influência no momento atual vivenciado pela humanidade e sua ligação com o Brasil, principalmente no que se refere à lenda das “amazonas” que, segundo consta, viveram muitos anos em terras brasileiras com objetivos bem diferentes do que consta da crença popular.



Urandir participou ativamente das pesquisas. Foram visitadas as ruínas maias de Chichén-Itzá, onde está a pirâmide de Ku-Kul-Kan (nome de um dos principais deuses maias, conhecido como “serpente emplumada”). Ku-Kul-Kan ou o templo das Amazonas (rainhas/sacerdotisas que dirigiam a civilização maia), representa o tempo, muito bem registrado em suas 18 plataformas, sendo 9 de cada lado da escada principal com o simbolismo da divisão do ano solar maia em 18 meses. A cada lado da escadaria principal há 26 baixos relevos, ou seja, 52 painéis por fachada que correspondem ao Ciclo Maia de 52 anos, uma parte do grande ciclo de 5.200 tuns (5.125 anos) entre os raios sincronizadores da galáxia central, período este que se encerra no equinócio de dezembro de 2012, para dar início a outro período de civilização.

Em Chichén-Itzá também foi visto “El Caracol”, um observatório construído há mil anos com a cúpula arrendondada idêntica aos atuais. A torre de El Caracol se assenta acima de quatro espirais, permitindo excelente visão do céu e da paisagem ao redor. Suas fendas ou “janelas” permitem a observação de Vênus, bem como o equinócio do por do sol. Os maias desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos com uma exatidão admirável. El Caracol foi cuidadosamente alinhado com os movimentos de Vênus.

A segunda visita foi a Tulum na Riviera Maia, também localizada na província de Quintana Roo, perto de Chichén-Itzá, com ruínas arqueológicas que são uma das mais importantes da região. Tulum tem na sua praia de areia branca e nos seus cenotes (poços naturais) como o de Angelica, o seu maravilhoso ambiente natural e seu principal patrimônio. A fundação desta cidade parece remontar ao ano 564 de acordo com algumas inscrições encontradas. No século XV chegaram os espanhóis e no século XVI ficou totalmente desabitada. Ali se encontra o farol que orientava a chegada dos navios maias por intermédio de um jogo de luz natural. Esta cidade era designada pelos maias pelo nome de Zamá, que significa cidade da aurora. Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se entende facilmente pois a cidade encontra-se rodeada de espessa muralha protetora. Tulum é o terceiro sítio arqueológico do México mais visitado.

A terceira parte da Expedição Brasil – Equipe Zigurats foi às ruínas da cidade da cidade de Cobá, que teve seu apogeu em torno do ano 650. A população de Cobá se utilizava do porto de Tulum para as trocas de mercadorias efetuadas na região. Cobá é uma grande cidade pré-colombiana em ruínas da civilização maia, localizada no Estado de Quintana Roo, Península de Iucatã no México. A maior parte da cidade foi construída em meados do período clássico da civilização maia, entre os anos de 500 e 900 da nossa era. Após 1000, a cidade perdeu importância política, ainda que pareça ter conservado a sua importância simbólica e ritual, que lhe permitiu recuperar certa hierarquia entre 1200 e 1500, quando se construíram diversos edifícios já dentro do estilo “costa oriental”.

Cobá tem como principal monumento a pirâmide de Nohoch Mul ou o “Castillo”, com 42 metros de altura. Possui um observatório astronómico, um campo de jogos para o denominado jogo da bola e uma pirâmide pequena logo na entrada da zona arqueológica.

Nesta localidade, situada dentro de um parque nacional, também foram pesquisadas diferentes estelas, localizadas em diferentes pontos, que corroboram a presença das rainhas (amazonas/sacerdotisas) governantes da civilização maia, que anos mais tarde misturou-se com os toltecas e astecas, sendo que a maior parte de sua população simplesmente desapareceu, deixando no ar um mistério sobre este desaparecimento, que está sendo estudado pela Expedição Brasil – Equipe Zigurats.

"A expedição foi um sucesso, conseguimos atingir nossos objetivos e esperamos voltar em breve para concluir nossas pesquisas. Novas expedições estão sendo planejadas para breve." afirma Urandir após sua volta ao Brasil

Urandir comprova sua paranormalidade em programa da Rede Globo

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Trecho do programa Fantástico da Rede Globo onde um grupo de pesquisadores brasileiros e americanos estudam e comprovam a veracidade dos fenômenos paranormais de Urandir Fernandes de Oliveira. Prova incontestável para os que duvidam ou acreditam nas inverdades que colocam na internet.




Exército Brasileiro faz parceria com Urandir Oliveira e o Porjeto Portal


Durante a segunda expedição à Amazônia o Projeto Portal recebeu apoio do Exército Brasileiro. Firmou-se então uma parceria nas pesquisas realizadas na floresta Amazônica. Na selva foram encontradas evidências de remotas civilizações rupestres e até espantosas antigíssimas marcas circulares atribuidas a pouco de objetos voadores na antiguidade. Urandir Fernandes de Oliveira participou comandando a equipe Ziguratis do Projeto Portal.

A verdadeira História sobre a prisão de Urandir

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Esse foi o título da reportagem publicada no Jornal Zero Hora do dia 27 de março do ano 2000. Urandir Fernandes de Oliveira foi alvo de uma armação que o deixou realmente sob custódia da polícia até que o fato pudesse ser apurado. Ocorreu uma investigação policial onde foi comprovada a inocência de Urandir e o mesmo foi liberado 2 dias depois. O caso não chegou nem a ser enviado para a alçada judicial frente as provas ímpares reunidas a favor de Urandir. Muitos se aproveitaram do caso para o atacar e difamar, mesmo sabendo que tudo não passou de um grande golpe. Um exemplo foi a Revista UFO que publicou diversas páginas com a verdade distorcida. Mesmo com vários processos em anos seguintes perdidos na justiça a Revista UFO não publicou posteriormente os documentos comprovando a inocência de Urandir mantendo assim a imagem negativa dele. Abaixo publicamos o texto na íntegra da reportagem do Jornal Zero Hora, que a saber também não fez menção em suas publicações do desfecho do caso. É lamentável a atitude desses órgãos de imprensa. Vamos nós aqui mostar a verdade.

Aqui as provas da inocência de Urandir. link para os documentos do Ministério Público.



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Abaixo, Trecho original da reportagem difamatória

---------- inicio do trecho da reportagem difamatória -------

Segunda, 27 de março de 2000, 10h50min
O paulista Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido como UFO, será indiciado por estelionato e falsidade ideológica. Ele foi preso neste domingo em Porto Alegre, acusado da venda ilegal de terrenos na cidade de Corguinho, em Mato Grosso do Sul, onde tinha planos de erguer uma cidade para receber extraterrestes. Urandir está preso em uma cela da 17º delegacia de Polícia Civil da capital gaúcha.
Três horas e meia depois de ter sido preso pela polícia, Oliveira conversou com o jornal Zero Hora no gabinete do delegado Jorge Mafra, da 17ª DP. Confirmou a venda dos terrenos na Cidade dos ETs, e garante que o projeto é sério e que vem agindo de forma legal. Confira os principais trechos da entrevista:
Zero Hora – O senhor admite as acusações?
Urandir Fernandes de Oliveira – Não estou preocupado com isso. Tudo o que estou fazendo é legal. Não prometo cura para ninguém, apenas ensino auto-ajuda e manipulação da mente.
ZH – O que é o Projeto Portal?
Oliveira – Um lugar onde as pessoas têm experiências parapsicológicas, ecológicas e ufológicas. São 490 hectares, e a minha intenção é comprar 1,5 mil para formar uma comunidade onde vou criar gado e peixes. Os associados pagaram R$ 1,4 mil por isso. Represento o projeto, sou o presidente.
ZH – Só quem paga pode fazer parte do projeto?
Oliveira – Quem não tivesse condições de comprar as cotas receberia doação. Até os desempregados viveriam lá.
ZH – O que tem na área?
Oliveira – Ainda não tem nada, estamos arrecadando dinheiro.
ZH – De quem o senhor comprou as terras?
Oliveira – As terras estão no nome de Zeferino Bingolin, morador de Campo Grande. Eu tenho o contrato de compra e venda e falta só quitar a última parcela para que eu tenha a escritura. Os participantes sabem que foi feito assim. Um topógrafo está fazendo a medição da terra e agora nós estamos providenciando também a liberação do Ibama. O projeto tem firma reconhecida há seis meses em Campo Grande.
ZH – O senhor conhece o autor da denúncia?
Oliveira – Conheci há oito meses. Ele assistia meus seminários e influenciou pessoas contra mim, mas elas não me procuraram. Ele disse que o meu contrato estava errado e fez outro. Acreditei na palavra dele porque precisava da parte burocrática, mas ele fez outra coisa e me denunciou.
ZH – Que bens o senhor tem?
Oliveira – Tenho uma Ranger, que pago financiamento, um terreno em São Paulo e uma veraneio para transportar visitantes. Tenho 81 cabeças de gado, que pertencem aos participantes.
ZH – O gado é seu?
Oliveira – É de todos. Quando for vendido, eles receberão.
ZH – Qual é a sua atividade?
Oliveira – Há quatro anos trabalho como autônomo, dando palestras. Trabalhava na construção civil e tenho uma gráfica inativa em Presidente Wenceslau (SP).
ZH – As pessoas que compraram cotas visitaram o projeto?
Oliveira – Algumas visitaram, tenho fotos e vídeos delas lá.
ZH – E pagavam pela viagem?
Oliveira – Pagam passagem e alimentação. A diária custa R$ 40 para visitantes e R$ 20 para sócios.
ZH – Quanto o senhor vendeu até hoje?
Oliveira – Foram vendidas cerca de 6 mil cotas dos 490 hectares. Cada pessoa comprava o tanto que quisesse.
ZH – Suas palestras são sobre o quê?
Oliveira – Sobre evolução mental, aprendizagem de manipulação de energia e autocontrole.
ZH – As pessoas pagam para assistir?
Oliveira – Cobro R$ 50, mas metade das pessoas não paga porque não pode. Trinta por cento do público paga R$ 10. Muito pouca gente paga o valor total.
ZH – As cotas são vendidas durante as palestras?
Oliveira – Sim, ontem (sábado) vendi duas a R$ 1,4 mil.
ZH – O senhor tem passagem pela polícia?
Oliveira – Não. Uma vez fui parar na delegacia por causa de uma briga da minha ex-mulher com outra, mas não houve nada.
ZH – Como o senhor explica a história das luzes nas mãos?
Oliveira – Sou paranormal desde pequeno. Entortava objetos, mas isso qualquer pessoa pode treinar e fazer. Só que aos 13 anos uma luz violeta me sugou para cima e duas pessoas colocaram um microchip no meu pescoço. Isso me ajudou na manipulação da energia.
ZH – Quem eram essas pessoas?
Oliveira – Eram extraterrestres. Eles são iguais a nós.

---------- fim do trecho da reportagem difamatória -------

Saiba mais sobre Urandir Fernandes de Oliveira - UFO

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Paranormal e Ufólogo, foi contatado pela primeira vez aos treze anos de idade, quando, conscientemente, foi sugado de seu quarto e levado para uma nave através de um feixe de luz violeta.

A partir desse acontecimento, constantemente foi visitado por luzes que se comunicavam mentalmente e sua paranormalidade foi evoluindo gradativamente.



Os seres extraterrestres continuaram suas visitas, sempre lembrando de seu compromisso, que finalmente foi aceito aos vinte e nove anos.

“Vou relatar o que aconteceu comigo, porque pode ser sua história - ou parte dela - com que alguns de vocês podem se identificar, ou para que entendam como cheguei até aqui, o porquê de tudo. No começo eram vozes. Eu as ouvia, sem saber de onde vinham. Isso começou aos nove anos de idade. Sentia também a presença de alguém junto a mim, escutava me chamarem, mas não identificava quem. Às vezes via alguns vultos.

Com o passar do tempo, fui percebendo que, dependendo do meu estado emocional, ao chegar próximo de um eletrodoméstico, acontecia uma certa interferência, por exemplo, na sintonia do rádio ou da televisão.

Outra coisa era o pensamento. Tudo o que eu pensasse ou desejasse intensivamente, acabava acontecendo. Mas para mim, tudo isso era normal, não me incomodava.


E havia também os talheres que estavam tortos quando ia comer, mas eu acreditava, naquela época, que minha mãe os entortava ao lavar. Até que um dia, eu estava meio nervoso, e o garfo entortou tão rapidamente que feriu meus lábios. Irritado joguei-o no chão, mas ele continuou a entortar. Peguei-o e ele se quebrou na minha mão. E foi assim que eu percebi que o problema era comigo, pois não acontecia com meus irmãos.

Nesta mesma noite, apareceu na televisão o paranormal Uri Gueler, entortando e quebrando objetos com a força do pensamento. Associei os fatos e entendi que, através do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com o pensamento de outras pessoas e que isso não era uma coisa corriqueira.

Meu primeiro contato com seres extraterrestres foi aos treze anos. Até essa idade nunca tinha visto nada diferente no céu. Eu estava numa praça e vi uma luz imensa que piscava e mudava de cor, emitia um som como um zumbido forte e fazia evoluções circulares. De repente, sumiu.

Fui para casa e, quando estava deitado, vi uma luz violeta no quarto que me sugou e me levou para dentro de uma nave, através do teto (nessa época, eu nem sabia o que era uma nave).

Dentro da nave, dois homens mexeram no meu pescoço, deixando uma cicatriz. E uma mulher fazia gestos com as mãos iluminadas, como se estivesse se energizando e a mim também. Disse-me que me visitariam outras vezes e me trariam tarefas, as quais eu deveria cumprir. Fui levado de volta ao meu quarto da mesma forma que sai.

Até hoje tenho essa cicatriz no pescoço, provocada por um implante, constatado por radiografias. Mais tarde os seres me explicaram que isso era para me auxiliar na ativação da energia.

Depois desse acontecimento, fui constantemente visitado por luzes que se manifestavam mentalmente e minha paranormalidade foi evoluindo cada vez mais.

Eu tive problemas em relação às pessoas à minha volta durante minha infância e adolescência, porque eu era "diferente". Era isolado pelos outros, discriminado, tachado de bruxo, louco, feiticeiro, mentiroso.


A partir dos dezoito anos comecei a fazer espetáculos de paranormalidade para as pessoas, mas os seres em forma de luz me diziam que essa energia não deveria ser usada para exibicionismo e que eu deveria descobrir qual o seu propósito.

Aos vinte e três anos, outra "casualidade", outra descoberta. Encontrei numa rua duas pessoas que tinham sido atropeladas e estavam com fraturas. Senti um ímpeto de tocá-las e assim o fiz, as dores foram diminuindo até que cessaram completamente. Neste dia entendi que poderia e deveria usar minha energia em prol dos outros.

Depois disso recebi orientações dos seres sobre técnicas de como utilizar essa energia para, auto-ajuda, estabilização do campo vibracional das pessoas, assim como emitir luzes das mãos, do corpo, dos chakras e como acessar outras dimensões.

Aprendi que essa fluorescência em meu corpo poderia ser ativada através de estímulos emocionais e sexuais (kundalini) que aceleram minhas freqüências cerebrais, transmutando minha energia. Inclusive essa luminosidade das minhas mãos já foi testada por cientistas, que não conseguiram provar que fosse causada por algum produto químico. Aliás, nas reuniões de energizações, as pessoas que tem energias compatíveis também conseguem se iluminar, sem que eu precise tocá-las.

E eu continuei recebendo visitas dos seres que me lembravam continuamente que eu tinha uma missão a cumprir, o que só aceitei aos vinte e nove anos. Eu hesitava porque entendia que era uma responsabilidade muito grande.

E ficou estabelecido que sempre que fosse necessário provar para uma ou mais pessoas a existência dos seres, que eles se manifestariam de alguma forma, para dar respaldo ao meu trabalho. E isso vem ocorrendo regularmente.”

Tudo o que aconteceu com Urandir, também acontece com muitas pessoas: fenômenos paranormais, energias intensificadas, percepções extrasensoriais, fenômenos naturais, que se manifestam em nossa vida e não damos importância, não paramos para pensar neles.

A Paranormalidade é uma capacidade que todos temos: de ativar nossa energia vibracional, através de estímulos vários, numa fusão que altera a nossa freqüência cerebral.


texto retirado de http://www.projetoportal.org.br

Os Ets de Urandir : ISTOÉ On line - 1583

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Mais um exemplo de ataque à pessoa de Urandir Fernandes de Oliveira por parte de publicações é a mostrada a seguir, pela revista Istoé On Line edição 1583. A reportagem foi recheada com informações distorcidas provenientes dos ufólogos Claudeir Covo e Ademar Gevaerd. Salienta-se que Gevaerd também é o editor da Revista UFO, uma das publicações que mais insistentemente ataca Urandir. Resta a pergunta: Porquê essas pessoas e grupos tentam difamar Urandir ? o que eles ganham com isso ? Será que tem alguém por trás deles ?
Postaremos brevemente documentos que comprovam que essas pessoas que atacam Urandir não tem nenhum fundamento em suas acusações.


Reportagem de Istoé On Line edição 1583 na íntegra abaixo

Os Ets de Urandir

Guru alardeia receber dons extraterrestres, atrai multidões mas também a fúria dos ufologistas
Urandir Fernandes de Oliveira é um fenômeno. Desde os 13 anos ele tem contato com seres extraterrestres, especialmente com os do planeta Vênus. São figuras com 20% de matéria e 80% de energia, que se locomovem em naves douradas. Deles, Urandir recebeu diversos dons, a começar pelo da cura. Recebeu também a missão de preparar a humanidade para acompanhar mudanças na Terra, que está evoluindo da terceira para a quarta dimensão, seja lá o que isso signifique. Urandir tem ainda acesso aos arquivos cósmicos dos humanos. Numa caverna de sua fazenda, o Projeto Portal, no município de Corguinho (MS), seres intraterrenos guardam estes arquivos há mais de seis mil anos. Mas os registros só podiam ser acessados até 25 de março de 1999. Quem perdeu o prazo, pode se candidatar a uma vaga nas naves espaciais que serão mandadas, em ocasião oportuna, por um misterioso Conselho Cósmico.
Aos 36 anos, Urandir diz contabilizar 76 mil seguidores e poder convocar ETs com a mesma facilidade com que exibe luminescência nas mãos. Aliás, sobre sua fazenda naves espaciais costumam despejar pequenas réplicas de disco voador. Embora alardeie tantos poderes, Urandir não resiste, porém, a questionamentos. Para liberar a entrada ao Projeto Portal e ser entrevistado por ISTOÉ, ele colocou como condição não receber críticas. "Tem que ter documento assinado pela direção da revista, dando garantias", exigiu, revelando total desconhecimento sobre ética. "Só especializados entendem meu trabalho." Há mais de 20 anos dedicando-se à ufologia, o presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores, Ademar José Gevaerd, garante que o dono do Portal não é ufólogo nem contatado por ETs. "Urandir é, na verdade, um caso de polícia. Engana as pessoas à custa de truques grosseiros, como espalhar seus homens pelo mato, à noite, com faróis de milha. Quando ele supostamente chama os discos voadores, os focos de luz aparecem e as pessoas ficam embasbacadas", conta Gevaerd, reproduzindo o mecanismo.
Satanás
Diante de um grupo de 500 pessoas, Gevaerd tentou há dois anos demonstrar que uma das luzes exibidas por Urandir era um simples facho de caneta a laser, similar ao modelo que ele próprio levou à fazenda. "A multidão ficou enfurecida. Eu e meus amigos saímos de lá apedrejados, xingados de Satanás", lembra. Assim que soube da existência de Urandir, a aeromoça aposentada Julieta de Paraíso, que mora em São Paulo, integrou outro grupo de 500 visitantes ao Portal. Lá, notou uma forte resistência dos seus companheiros de viagem em comentar detalhes como o sumiço de empregados durante os avistamentos das naves espaciais. "O fanatismo é tão forte que temo que aconteça uma tragédia como a dos Heaven's Gate", diz Julieta, referindo-se ao suicídio coletivo ocorrido há dois anos, em San Diego, na Califórnia, por 39 pessoas que acreditavam estar embarcando na cauda do cometa Hale-Bopp. "A região onde se localiza o Portal é, em si, mística. Urandir não precisava usar embustes para faturar."
Julieta ainda guarda uma pedrinha que Urandir garante ter retirado de sua testa como se estivesse extirpando um chip colocado por ETs. "Tudo é feito num cômodo escuro, no mesmo em que ele se apresenta com as mãos fosforecentes", diz. Não são poucos os que atestam que a luminosidade é resultado de produtos à base de fósforo. "É química pura. Urandir tem uma paranormalidade, consegue entortar moe-das e garfos. Mas usa truques de todo tipo", declara Rubem Índio Godoy. Conhecido como Índio, no final de 1994, ele largou o emprego público, na Fundação Nacional de Saúde, para atuar como braço direito de Urandir na implantação do projeto, do qual se desligou quatro anos depois. "Não somos inimigos, mas não voltaria a trabalhar para ele. Essa história de cura é piada. Toda vez que seus filhos adoecem, ele corre para o médico", relata.
Lotes
As pedras que Urandir apresenta como enviadas por extraterrestres são comuns nas imediações da serra de Maracaju, cujo morro mais visível é o de São Sebastião, vizinho ao Portal. "Embora tenham formato bastante exótico, essas pedras têm uma origem geológica natural. São rochas de arenito com alto grau de ferro", afirma o arqueólogo Gilson Martins, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Moradora de uma colônia da região, Olgarinda Caetano da Silva ganha a vida vendendo pedrinhas para turistas. "Antes, catava para o Urandir, que comprava baratinho. Todo mundo catava. De uns tempos para cá, ele parou de comprar", esclarece Olgarinda.
As rochas, que de fato lembram o formato de um disco voador, estão espalhadas por todo o País. São levadas por pessoas que, após passarem por cursos preparatórios, acodem ao Portal. Esses visitantes são arregimentados por seguidores de Urandir, que hoje mantém núcleos do seu projeto em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Jaraguá do Sul (SC), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Vitória (ES) e Natal (RN). "Tudo tem preço. Quando usa seus truques, Urandir só pensa em arrancar dinheiro das pessoas", afirma a secretária Elaine Sabaliauskas, ex-namorada do guru. "Agora ele está loteando uma área rural e vendendo terrenos de 800 metros quadrados, mas os compradores não viram nem a cor da escritura. Como ele está sempre cercado por seus homens, não dá para questionar. A reação dele a qualquer sinal de desconfiança é ameaça em cima de ameaça", acusa Elaine.
Irritada com a falta de infra-estrutura no Projeto Portal, a psicóloga Maria Inês Ribeiro Bueno pretendia registrar queixa contra Urandir no Juizado de Pequenas Causas, em São Paulo, onde havia comprado o pacote de quatro dias, por R$ 350. Não conseguiu, porém, nenhum comprovante de pagamento. "Eu, que já tenho problemas de saúde, voltei pior do que fui, pois dormi no chão e comi mal. Não tinha nem água para tomar banho", reclama Maria Inês. Aos que criticam as condições de alojamento, Urandir explica que as dificuldades fazem parte do processo para se chegar à luz, como relata o advogado Cid Carvalho, do Rio de Janeiro. No final de 1994, ele procurou Urandir na esperança de curar os problemas psíquicos de uma filha, hoje com 39 anos. Na ocasião, o advogado também se submetia a um tratamento contra um câncer na panturrilha. "Urandir coloca uma nuvem nos olhos da pessoa. Eu me curei porque fiz 60 sessões de quimioterapia, mas acabei fazendo uma série de depoimentos como se ele tivesse me salvado. Minha filha continua com os mesmos problemas", afirma Carvalho.
Garimpo
Uma das maiores preocupações do advogado é que ele indicou 320 pessoas para o Projeto Portal. "Meu prejuízo foi financeiro e moral. Perdi muito dinheiro com o Urandir, mas o pior é que meus testemunhos influenciaram muitas pessoas", diz. Um dos primeiros a perceber os recursos ocultos de Urandir, Gevaerd, que edita a revista UFO, acredita que Urandir está construindo uma fortuna graças à boa-fé de seus adeptos. "Estimo que seu patrimônio seja de R$ 10 milhões", afirma. "O problema é que até a trajetória de vida que conta foi copiada de outra pessoa."
Quando Urandir chegou à região, vindo do interior paulista, procurou Lúcio Barbosa, dono do Sítio Anjos de Luz, também em Corguinho. "Ele acampou na minha casa por mais de um ano. Era um pouco paranormal, entortava umas coisas. Fez um garimpo na minha propriedade, mas não extraiu nada. Aos poucos, contei que tinha contato com extraterrestres, que a região era mística. Ele teve a idéia de usar as luzes. Me afastei, pois meu trabalho não envolve dinheiro", ressalta Barbosa. Entre os ufólogos mais conhecidos do País, Urandir também não conta com boa reputação. "Ele achincalha com a ufologia brasileira", reclama Claudeir Covo, presidente do Instituto Nacional de Investigações de Fenômenos Aeroespaciais

Urandir Fernandes de Oliveira e o desafio de paranormalidade que não ocorreu

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Paranormal é todo aquele indivíduo integrante do grupo de pessoas que realizam algum fenômeno físico ou psíquico. Muitas pessoas conseguem realizar tais fenômenos paranormais, uns com mais, outros com menos intensidade. É verdade que as pessoas paranormais estão frequêntemente asssocidas à eventos da ufologia. Muitos são casos de contatos com seres extraterrestres. Um dos mais polêmicos é o caso de Urandir Fernades de Oliveira (UFO). Urandir tem contato com seres extraterrestres desde os 13 anos de idade, onde recebeu implantes para acelerar suas ondas cerebrais e seus chackras energéticos (para mais irformações vide artigos do espiritismo). Desde então Urandir começou a manifestar uma energia diferente e a realizar muitos fenômenos usando o poder e controle da mente, como materializar pedrinhas em formato de disco voador, transpirar perfumes pelas mãos, entortar metais como moeda, colher e outros talheres, projetar luzes em suas mãos, quebrar pratos, entre outros. Esses poderes já foram confirmados com provas científicas realizadas em laboratórios de pesquisas, da análise de exames de ondas mentais como exemplo eletroencefalogramos que comprovam a frequência mental alterada, que possibilita a realizaçõa dos fenômenos. Alguns desses exames foram acompanhados de equipes de TV, dando maior credulidade. Apesar disso, Urandir sofre acusações de grandes dimensões de ufólogos brasileiros que alegam que seus poderes são fraude e em suas lista de discussão o acusam falsamente de charlatão. Esses céticos lançaram um desafio há alguns anos atrás que foi aceito por Urandir para participar do Programa Fantástico da Rede Globo. Até hoje alegam que Urandir não aceitou o convite para demonstrar seus poderes paranormais. Isso é o que eles colocam em seus ataques e difamações contra Urandir. Mas mostramos aqui que o desafio foi aceito. Alguns dias depois de Urandir aceitar o convite, recebeu notificação do diretor do programa Fantástico, Luiz Petry que devido a problemas internos não realizariam mais o desafio. Conseguimos com a assessoria de imprensa do Projeto Portal cópia do email de Petry informando o fato, publicado abaixo. Segundo contato com a assessoria de impresa, Urandir sempre esteve e está à disposição para demonstrar suas habilidades de forma científica e não apenas como um show.
Urandir é fundador do Projeto Portal situado na fazenda Boa Sorte em Corguinho, MS; realiza palestras de controle e aceleração mental, onde divulga os conhecimentos adquiridos em seus contatos com seres de outros planetas.


------------------------------------inicio email --------------------------------
De: LPETRY
Enviada em: quarta-feira, 17 de setembro de 2003 18:22
Para: 'dreher-elenco'
Assunto: Desafio de paranormalidade
Caro Pedro,
Por uma questão absolutamente interna, que diz respeito apenas a nós, do Fantástico, e aos pesquisadores Jayme Roitman e Wellington Zangari, decidimos não mais realizar o desafio paranormal que vínhamos planejando com Urandir.
Agradeço o empenho de vocês, e espero que surja uma nova oportunidade para retomarmos as conversas sobre o desafio assim que possível.
Abraços,
Petry

------------------------------------fim email --------------------------------

Projeto Portal: Ciência, Pesquisa e Tecnologia idealizadas por Urandir Oliveira

Muitos acreditam que o Projeto Portal é uma seita, uma igreja ou apenas um mundo de fantasia onde os avistamentos de discos voadores e contato com seres extraterrestres e interdimensionais não passam de fraudes, faróis de milha ou invenção da mente dos seguidores. Isso pode parecer a realidade para quem não conhece o Projeto Portal. A verdade é que na região de Corguinho no Mato Grosso do Sul ocorrem intensos fenômenos ufológicos. Nessa região se localiza a fazenda boa sorte, onde se encontra o Projeto Portal, cujo líder é Urandir Fernandes de Oliveira conhecido como UFO.
Urandir é paranormal e já realizou diversos contatos com extraterrestres. Urandir começou a desenvolver sua paranormalidade desde criança e se intensificou na adolescência, quando trabalhava em Marabá Paulista como servente de pedreiro. Seu primeiro encontro com os sers foi aos 13 anos, ocasião em que puseram implantes em sua nuca, possibilitando a aceleração de suas ondas cerebrais. Isso facilitou seu contato com esses ets, aumentando também o desenvolvimento de sua paranormalidade.
Urandir foi dono de uma gráfica em Presidente Venceslau. Logo após mudou-se para o Rio de Janeiro onde relizou muitas palestras e cursos de auto ajuda e controle mental, repassando para a população os conhecimentos recebidos dos seres extraterrestres em seus contatos. Acabou, assim fundando a instituição Projeto Portal, hoje com milhares de participantes e associados, que trabalham em diversas pesquisas e investigações, não só na área de ufologia, mas também de arqueologia, alimentação, medicina, tecnologias, dentre outras áreas.



Em função de sua paranormalidade, Urandir foi entrevistado diversas vezes e convidado para participar de programas populares de TV. Com isso, Urandir ganhou espaço na mídia, mostrando a verdade sobre os ufos e aliens. Esse fato causou muita inveja em uma parte da comunidade ufológica brasileira que não tinha esse mesmo espaço para apresentar suas informações, tornando Urandir alvo de perseguições e uma vasta campanha de difamação. Essas perseguições envolveu a inversão e distorção de fatos publicados em revistas (como a revista Istoé) e programas de TV (incluindo até mesmo o Fantástico da rede Globo). Essa situação que envoveu famosos ufólogos do Brasil, se intensificou há alguns anos atrás, onde Urandir sofreu acusações e alguns atentados que puseram em risco sua pessoa, culminando em uma armação que o colocou injustamente por dois dias na cadeia. Foi acusado de ter vendido terrenos falsos. Foi comprovado que eram de sua legítima posse, atrevés de registros, documentos oficiais e escritura de compra e venda.
Esses ufólogos brasileiros não pararam por aí. Continuam a realizar intentos contra Urandir, sendo através de falsos testemunhos de pessoas, em palestras e seminários, site, revistas e outros meios. Não obstante tudo isso realizam falsas denúncias a instituições como polícia e receita federal, fiscalização ambiental e saúde pública na tentativa de prejudicar o trabalho de Urandir e dos integrantes e pesquisadores do Projeto Portal.
Para frustação maior desses ufólogos, o Projeto Portal persiste em suas pesquisas, atuando, muito além dos contatos e avistamentos com ovnis frequêntes na região de Corguinho, como em avançadas pesquisas amparado por instituições e autoridades militares brasileiras, aeronáutica, defesa civil, corpo de bombeiros, centro de pesquisas, universidades, entre outros.
Recentemente os pesquisadores do Projeto Portal tem investigado as ocorrências dos crop círculos, principalmente nas lavouras da região sul do país. Para auxiliar nas pesquisas, contam, além de informações coletadas nos locais, fotos e medições com detectores diversos, de dados do controle de tráfego aéreo, o Cindacta, do comando aeroespacial brasileiro, o comdabra, entre outros.

Isso é uma conquista que mostra que mesmo com muitas adversidades pode-se realizar uma investigação séria, cujo resultado vem a contribuir, não somente como simples notícias, mas sim com comprovação e informações que explicam fenômenos para o público em geral. Dessa forma, esses fenômenos não serão mais somente usados com intuito de tirar proveito de uma situação ou de um evento para um simples comentário em um noticiário ou para vender revista.